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R$ 191,00
Sobre este vinho
O Cave Geisse Brut Rosé é aquele espumante que prova que rosê pode ser levíssimo na cor e absurdamente sério no copo. Sabe quando você olha e pensa "é só um rosézinho pra beber gelado" e daí prova e leva um susto? É esse tipo de susto. Ele é elegante, é profundo, e ainda por cima é lindo demais na taça.
Nascido em Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha, é feito pelo método tradicional com Pinot Noir predominante — a mesma uva rainha da Champagne rosé — e um sopro de Chardonnay pra dar tensão cítrica. A cor vem de maceração breve com as cascas da Pinot, técnica artesanal que exige controle milimétrico: um minuto a mais e o vinho perde a delicadeza. Na taça, aparece com um salmão sutil, quase pálido, e um perlage tão fino que parece bordado. No nariz, framboesa fresca, morango silvestre, um toque floral de rosa branca, casca de laranja e aquele fundo de brioche que só vinho com longo tempo sobre borras entrega. Na boca, é seco, cremoso, com fruta vermelha viva envolvida por uma acidez elegante e um final mineral que fica ecoando muito depois do gole.
É rosê pra quem já sabe que rosê pode ser vinho grande.
**Teor alcoólico:** 12%
**Curiosidade**
Fazer um rosé de método tradicional é uma das provas de fogo de qualquer produtor. A cor tem que sair equilibrada (nem tímida, nem berrante), a fruta da Pinot Noir precisa aparecer sem virar suco, e a acidez tem que segurar a estrutura durante os meses (às vezes anos) que o vinho passa amadurecendo sobre as leveduras. A Cave Geisse é uma das pouquíssimas casas brasileiras que faz essa dança com maestria — o Brut Rosé é regularmente comparado em cegas com champagnes rosés de casas famosas, e não faz feio. Mario Geisse costuma dizer que o segredo é "não ter pressa" — e no copo dá pra sentir isso.
Harmonizações e notas
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🍷 HARMONIZAÇÕES THE SIMPLE SHOP × RADAR DO VINHO.
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Magret de pato com redução de framboesa
Combinação clássica da alta cozinha francesa e não é à toa. A gordura do peito de pato pede acidez pra cortar, e o Brut Rosé entrega isso com bolhas finíssimas. A redução de framboesa ecoa direto as notas de fruta vermelha do vinho, a Pinot Noir dialoga com a carne (ela mesma é uva de tinto, afinal), e o prato fica no ponto de perfeição.
Atum selado com crosta de gergelim e molho ponzu
A carne rosada do atum casa esteticamente e no paladar com o rosé. O gergelim tostado dialoga com as notas de brioche, o ponzu (cítrico e salgado) puxa a acidez e a mineralidade do vinho, e cada pedaço parece uma pequena performance. Prato de restaurante japonês contemporâneo que ganha nova dimensão com esse espumante.
Sanduíche de presunto cru com queijo brie em pão baguete
Aquele lanche rápido de fim de tarde vira ocasião. A gordura do brie derrete nas bolhas, o presunto cru traz salinidade que puxa a fruta do vinho, o pão faz o papel discreto de base neutra, e você entende por que os franceses insistem em beber champagne rosé com qualquer coisa — inclusive lanche.
Morango com pimenta preta moída na hora
Parece experimento, mas é combinação genial. Os morangos frescos ecoam a fruta vermelha do rosé, a pimenta preta acorda os aromas florais escondidos, e as bolhas fazem toda a coisa dançar. Sobremesa minimalista que impressiona convidado sem exigir esforço nenhum.
No fim, o Cave Geisse Brut Rosé é sobre isso: aquele espumante que faz você redescobrir por que rosê pode ser uma das coisas mais bonitas que existem. Bem gelado, taça de boca larga, e paciência pra apreciar a cor antes de dar o primeiro gole. 🥂✨
Ficha técnica
Tipo
Espumante Brut Rosé (método tradicional / champenoise)
Uva(s)
Pinot Noir (predominante) + Chardonnay
Região
Pinto Bandeira, Serra Gaúcha, RS, Brasil
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