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R$ 310,00
Sobre este vinho
O Casa Valduga Villa Lobos é aquele vinho que a gente abre quando o momento pede algo à altura. Sabe quando você quer mostrar que vinho brasileiro joga no mesmo campo dos grandes do mundo? É esse. Ele é o topo da linha da Casa Valduga, uma homenagem em garrafa ao maestro Heitor Villa-Lobos — e leva o nome com a mesma seriedade que o próprio maestro levava a música.
Nascido no Vale dos Vinhedos, é um assemblage bordalês feito com as melhores uvas da safra, envelhecido por longos meses em barricas de carvalho francês. Na taça, aparece com um vermelho-rubi intenso, quase opaco, daqueles que já anunciam profundidade só na visão. No nariz, é uma sinfonia (o trocadilho é intencional): frutas negras maduras — cassis, amora, ameixa em compota —, um fundo de baunilha, tabaco fino, chocolate amargo e um toque terroso que só a madeira bem trabalhada entrega. Na boca, é potente sem ser pesado: taninos firmes mas polidos, corpo cheio, acidez equilibrada e uma persistência longa que fica ecoando muito depois do gole. Guarda por anos e evolui com elegância — se você tiver paciência de esperar.
É o tipo de vinho que faz um jantar virar acontecimento.
**Teor alcoólico:** 14%
**Curiosidade**
O nome Villa Lobos não é acaso. A família Valduga homenageou o maestro Heitor Villa-Lobos — talvez o maior compositor brasileiro de todos os tempos — porque enxerga em seus melhores vinhos a mesma missão: mostrar que o Brasil pode produzir arte de nível mundial sem copiar ninguém. É vinho com projeto, com identidade e com um recado embutido em cada garrafa. Quando alguém disser que "vinho brasileiro ainda tem que evoluir", sirva um Villa Lobos em copo cego e observe a mudança de discurso.
Harmonizações e notas
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🍷 HARMONIZAÇÕES THE SIMPLE SHOP × RADAR DO VINHO.
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Costela bovina braseada por 12 horas com purê de mandioquinha trufado
Aqui é encontro de gigantes. A carne cozida lentamente desmancha na garfada, a gordura pede taninos firmes pra limpar o palato, e o vinho entrega isso sem perder a elegância. A mandioquinha trufada traz um fundo terroso que ecoa a madeira do carvalho, e cada colherada parece um pequeno acorde bem tocado.
Magret de pato ao molho de frutas vermelhas e redução de vinho tinto
Prato feito sob medida pro Villa Lobos. A carne do pato tem gordura e sabor pra encarar o corpo do vinho, o molho de frutas vermelhas dialoga direto com as notas de cassis e amora da taça, e a redução amarra tudo numa profundidade que faz o vinho abrir camadas novas de aroma. Momento gastronômico dos grandes.
Picanha grelhada no ponto certo com sal grosso
Sábado à tarde, churrasco no quintal, esse vinho na mesa — o Brasil no melhor formato. A gordura marmórea da picanha se dissolve nos taninos, o sal grosso puxa a mineralidade, e o encontro fica tão natural que você esquece que abriu um vinho premium. Simples? Não. Mas parece.
Lasanha de ragu bovino de longa cocção com molho branco
Prato de domingo em família, executado com capricho. A carne desfiada no ragu conversa com a estrutura do vinho, o molho branco cremoso pede a acidez pra equilibrar, e o queijo gratinado ganha uma companhia à altura. Almoço vira memória.
No fim, o Casa Valduga Villa Lobos é sobre isso: um vinho brasileiro sem complexo de inferioridade, feito com técnica, paciência e orgulho. Serve numa taça generosa, deixa respirar, e prepara-se pra uma noite que vale ser lembrada. 🍷🇧🇷
Ficha técnica
Tipo
Tinto encorpado de guarda
Uva(s)
Corte Bordalês (Cabernet Sauvignon + Merlot + Cabernet Franc)
Região
Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha, Brasil
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