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R$ 202,00
Sobre este vinho
O Casa Valduga Gran Reserva Leopoldina Chardonnay é aquele branco que muda a ideia que muita gente tem de branco brasileiro. Sabe quando você prova algo e pensa "não sabia que a gente fazia assim aqui"? É esse. Linha Leopoldina — nome em homenagem à matriarca da família Valduga — é uma das mais premium da vinícola, e o Chardonnay dela vem com selo **D.O. Vale dos Vinhedos**, o único do Brasil, garantindo origem, práticas e qualidade auditadas.
Nascido no Vale dos Vinhedos (Serra Gaúcha, altitude e amplitude térmica ideais pra Chardonnay), é feito com uvas selecionadas, fermentação em barricas de carvalho francês e amadurecimento sobre as borras finas — técnica clássica da Borgonha. Na taça, aparece com um amarelo dourado brilhante, com reflexos esverdeados. No nariz, é elegância: pera madura, maçã amarela, um toque de baunilha e brioche do carvalho, notas de manteiga fresca (bâtonnage), amêndoas e um fundo mineral que só Chardonnay de altitude dá. Na boca é encorpado, cremoso, com acidez viva que sustenta o corpo, sabores de fruta madura em harmonia com a madeira e um final longo, tostado, quase infinito.
É o tipo de branco que se toma numa taça grande, sem pressa — e faz jus a qualquer branco borgonhês de preço equivalente.
**Teor alcoólico:** 13%
**Curiosidade**
"D.O." (Denominação de Origem) é o selo de qualidade mais rigoroso do sistema vitivinícola brasileiro — e o Vale dos Vinhedos é o único lugar do país que tem essa classificação (concedida em 2012). Ter D.O. no rótulo significa que o vinho segue regras específicas de castas permitidas, produtividade máxima por hectare, tempo de amadurecimento e análises técnicas — auditadas por um conselho regulador. É o equivalente brasileiro de um Bourgogne AOC ou de um Rioja DOCa. Ver "D.O." num Chardonnay Valduga não é decoração — é garantia de que a garrafa passou por controle rigoroso do primeiro cacho à rolha.
Harmonizações e notas
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🍷 HARMONIZAÇÕES THE SIMPLE SHOP × RADAR DO VINHO.
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Lagosta grelhada com manteiga de ervas frescas
Combinação que parece coisa de restaurante mediterrâneo. A carne macia e adocicada da lagosta pede exatamente o corpo cremoso do Chardonnay, a manteiga de ervas dialoga direto com o toque amanteigado do vinho, e a acidez viva corta a gordura sem apagar o sabor. Jantar formal que fica na memória.
Risoto de camarão com açafrão finalizado com raspas de limão siciliano
A cremosidade do risoto encontra a cremosidade do vinho num abraço só. O camarão dialoga com a mineralidade, o açafrão traz aquele fundo aromático que faz o Chardonnay abrir novos aromas, e o limão siciliano ecoa a acidez viva. Combinação clássica que respeita os dois lados da mesa.
Frango assado com alho, alecrim e limão siciliano
Prato simples, mas que ganha status com esse Chardonnay do lado. A pele dourada e crocante do frango pede a untuosidade do vinho, o alho e o alecrim conversam com as notas herbáceas, o limão traz frescor. Almoço de domingo que fica com cara de coisa importante.
Tábua de queijos maturados com nozes e mel
Aperitivo elegante que combina como poucos. Queijos como brie, camembert, gruyère e comté brilham ao lado desse Chardonnay — a cremosidade dos queijos encontra a cremosidade do vinho, as nozes ecoam o tostado do carvalho, o mel amansa e completa. Serve numa tábua bonita, uma taça grande, e a tarde fica redonda.
No fim, o Leopoldina Chardonnay é sobre isso: Chardonnay brasileiro no que ele tem de melhor, encorpado, elegante, com carvalho na dose certa. Serve numa taça grande (não naquele copo pequeno de branco), gelado mas não congelado, e deixa a fruta e a madeira dançarem juntas. 🥂🍃
Ficha técnica
Região
Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha, Brasil (Denominação de Origem)
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