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R$ 153,00
Sobre este vinho
O Casa Motter Merlot Bag é aquele vinho que resolve o dia sem susto e sem drama. Sabe quando a casa enche, o almoço se estende, e você não quer ficar contando garrafa nem se preocupando se vai sobrar? É pra esses dias que o bag-in-box existe — e é pra esses dias que o Casa Motter foi feito. Três litros de tinto brasileiro honesto, torneira acessível, ninguém precisa se levantar pra abrir a próxima.
Vindo da Serra Gaúcha — o coração vitivinícola do Brasil, com aquele clima temperado que a Merlot ama —, é feito pela Casa Motter, uma vinícola familiar de longa tradição na região. É Merlot em formato descomplicado: nada de guarda, nada de complexidade rebuscada. Na taça, aparece com um vermelho-rubi vivo, translúcido. No nariz, é fruta madura sem enrolação — ameixa, cereja preta, um leve toque de framboesa. Na boca, é macio, com taninos gentis, acidez suave e um final curto e amistoso. É o tipo de vinho que não pede explicação: você serve, o pessoal bebe, todo mundo gosta.
É o vinho de "mesa longa" no sentido mais literal — pra durar a tarde inteira.
**Teor alcoólico:** 12%
**Curiosidade**
O bag-in-box tem uma vantagem que a garrafa jamais consegue: uma vez aberta a torneira, o líquido sai sem entrar oxigênio, e o vinho se mantém fresco por até 4 a 6 semanas depois de aberto. Ou seja, você abre num sábado, e ainda tem vinho decente pro jantar da terça — sem oxidação, sem desperdício. E o cálculo por dose surpreende: aqui, cada "garrafa equivalente" sai por menos de R$ 40. É formato honesto pra quem bebe tinto no dia a dia sem querer transformar cada cálice em ocasião especial.
Harmonizações e notas
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🍷 HARMONIZAÇÕES THE SIMPLE SHOP × RADAR DO VINHO.
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Escondidinho de carne seca com purê de mandioca e queijo coalho gratinado
Prato brasileiro de casa cheia, panela grande, colher farta. A carne seca tem gordura e sabor que pedem tinto macio pra acompanhar, e o Merlot da Casa Motter entrega isso sem competir com o prato. O purê de mandioca traz aquela cremosidade que abraça os taninos gentis do vinho, e o queijo coalho gratinado fecha com uma pontinha salgada que puxa a fruta madura da taça. Bag na bancada, cada um se serve, tarde de sábado resolvida.
Ragu de linguiça com pappardelle fresco e parmesão
Massa larga, molho encorpado, queijo por cima — combinação clássica que pede tinto sem firula. A linguiça tem especiaria e gordura que dialogam direto com a Merlot macia, o pappardelle segura o molho e o vinho ao mesmo tempo, e o parmesão amarra tudo. Jantar de domingo que dura horas, com o bag ali do lado sem que ninguém precise se preocupar em abrir outra garrafa.
Pizza de calabresa com cebola e azeitona preta
Sexta à noite, pizza chegando, ninguém quer complicação. A calabresa tem sabor marcado que a Merlot suave equilibra sem brigar, a cebola traz doçura que ecoa a fruta madura do vinho, e a azeitona preta puxa aquele fundo levemente amargo que combina com tinto de todo dia. Pizza + bag-in-box = jantar sem stress.
Feijão preto caseiro com arroz branco, bisteca de porco e couve refogada
Almoço de meio de semana, prato brasileiro raiz. O feijão preto tem profundidade que a Merlot acompanha macia, a bisteca de porco pede tinto pra cortar a gordura, o arroz branco é a base neutra, e a couve refogada dá o frescor final. Comida honesta, vinho honesto, dia comum virando dia bom.
No fim, o Casa Motter Merlot Bag é sobre isso: mesa grande, gente reunida, e vinho que não acaba. Serve em copo simples, à temperatura ambiente, deixa a torneira acessível — porque tinto pra dividir tem que estar sempre à mão. 🍷🇧🇷🏠
Ficha técnica
Região
Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul, Brasil
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